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Natal

Nosso objetivo neste artigo é fazer uma análise das festividades chamadas natalinas no nosso país e nos nossos dias, comparando-as com os fatos registrados na bíblia sagrada.

 Como cristãos, de que forma devemos encarar o natal que conhecemos? O que há de acertos e erros nas festividades natalinas atuais? Sem dúvida é uma época que irradia um ambiente de festa, muita alegria, confraternização, tudo colorido, enfim, tudo é festa.

 A palavra natal é originada de uma palavra latina que tem o significado de nascer e o natal, como todos sabem, atualmente tem por princípio (ou deveria ter), a comemoração do nascimento de Jesus Cristo.

 Infelizmente observamos que o objetivo principal do natal já está bastante deturpado porque na maior parte das festividades o aniversariante fica relegado a um segundo plano e quando não, totalmente esquecido. Claro está que existem exceções, mas são poucas.

Se fizermos um gráfico das natividades natalinas encontraremos no ápice desse gráfico o comércio. Devido o hábito de se trocar presentes, é a época do ano em que as lojas mais vendem. Todos ganham presentes, menos o próprio aniversariante. Atrelada à troca de presentes acompanha a mentira do Papai Noel, o doador do presente, entidade inexistente, mas que é ensinada às crianças. Eu, quando criança, fui ensinado, que o Papai Noel entrava à noite pela chaminé da casa e quando perguntei como ele entrava na casa que não havia chaminé, fui ensinado que ele entrava pelo buraco da fechadura.

Nas reuniões familiares de almoço são raras as mesas isentas de bebidas alcoólicas. Ora, o aniversariante não deveria estar presente?

Nas histórias e presépios é destacada a presença de três reis magos levando presentes a Jesus. Esta é outra mentira. A bíblia relata em Mt.2:1 “uns magos”, em nenhum lugar diz que eram reis e nem que eram três. O fato de terem levado como presente ouro, incenso e mirra, não é conclusivo para definir que eram três pessoas.

Quanto a data comemorativa, 25 de dezembro, é outro engano. Já não é novidade para ninguém que a data de 25 de dezembro é incorreta. O período entre 01 de dezembro até 28 de fevereiro é verão no hemisfério sul (onde estamos) e inverno no hemisfério norte (onde Jesus nasceu), por isso é que as ilustrações natalinas são representadas com neve.

Ora, quando Jesus nasceu, os pastores cuidavam do rebanho no campo, o que não ocorria no inverno (ver Lc.2:8). De acordo com estudos feitos, a data mais provável do nascimento de Jesus é no início do mês de outubro. Não vamos abordar esse assunto por ser muito complexo.

A data de 25 de dezembro foi estabelecida pela igreja católica no ano de 354 em homenagem ao deus persa Mitra e que mais tarde foi convencionado como sendo a comemoração do nascimento de Jesus. Povos e religiões que não crêem em Jesus não comemoram o natal.

Por essa razão há muitos pastores evangélicos que não aceitam em suas igrejas a comemoração natalina no dia 25 de dezembro.

Você pode estar perguntando: “Então é pecado comemorar o natal no dia 25 de dezembro?” Não, não é pecado desde que em todas as reuniões e festividades sejam colocados em evidência o nascimento e o ministério de Jesus.

Para que não se transforme em pecado também devem ser eliminados todos os indícios do paganismo e todas as mentiras, tais como: papai Noel, bebidas alcoólicas, gulodices etc. Tudo deve ser centralizado, de forma real, na comemoração do nascimento de Jesus. Como a data correta do nascimento de Jesus é desconhecida, nada impede que a comemoração seja feita em qualquer dia. Fica aqui uma sugestão: Que tal comemorar o nascimento de Jesus todos os dias? Lembre-se sempre do seguinte: É muito mais importante a morte e a ressurreição de Jesus do que o seu nascimento, pois é através da morte e ressurreição que ele nos dá a vida eterna e não através do seu nascimento.

Jesus nos ordenou que comemorássemos sua morte e ressurreição e não o seu nascimento.

Lucas 22:19  E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim.

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