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Carnaval

CALENDÁRIO

A base para determinar a data do carnaval é a páscoa que por sua vez é determinada em função do calendário hebreu. Em função disso são datas móveis.

A data da pascoa com base no calendário judeu, é variável dentro do período aproximado entre 22 de março e 25 de abril. O calendário abaixo é o observado pela igreja católica

CARNAVAL – TERÇA FEIRA

Tres dias de comemoração, começa no domingo e termina na terça feira

MARCADO 47 DIAS ANTES DA PÁSCOA
QUARTA FEIRA (Cinzas) INÍCIO DA QUARESMA
QUARESMA 40 DIAS DE JEJUM

Não se contam os domingos

QUINTA FEIRA SANTA FIM DA QUARESMA
SEXTA FEIRA SANTA

Dia da crucifixação

Não comem carne, ao contrário da páscoa original istituida por Deus
SÁBADO DE ALELUIA MALHAÇÃO DO JUDAS
DOMINGO DE PÁSCOA

Data móvel segundo o calendário hebreu. No concílio de Nicéia, no ano de 325 d.C.foi estabelecido no primeiro domingo após a lua cheia na estação de primavera no hemisferio norte. (No hemisfério sul é outono.)

PASCOA

Acontece entre 22 de março e 25 de abril

 

O CARNAVAL DE HOJE

Pensando na forma de comemoração do carnaval nos dias de hoje, devemos saber que nem sempre foi dessa forma.

Desde o início, a forma de comemoração sofreu diversas mudanças, no Brasil e no mundo existindo diferenças regionais.

Por exemplo, há 50/60 anos atrás, o carnaval na capital de São Paulo era uma festa basicamente de rua, quando o povo desfilava em mutirão, cantando e dançando, fantasiados decentemente usando confetes, serpentinas, lança-perfume (hoje proibido). Formava-se um corredor de assistentes nos dois lados da rua em todo percurso.

Aos poucos, essas festividades na rua foram se escasseando e os bailes em salões fechados foram tomando vulto. As fantasias exuberantes foram sendo substituidas pela semi-nudez. As passeatas nas ruas foram substituidas pelos desfiles de escolas de samba com competição entre elas.

Todos os anos constatamos brigas e agressões em função dessa competição.

O carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX.[2] A cidade de Paris foi o principal modelo exportador da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans,Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no carnaval parisiense para implantar suas novas festas carnavalescas. Já o Rio de Janeiro criou e exportou o estilo de fazer carnaval com desfiles de escolas de samba para outras cidades do mundo, como São Paulo, Tóquio e Helsinque.

O carnaval do Rio de Janeiro está no Guinness Book desde 2004 como o maior carnaval do mundo, com um número estimado de 2 milhões de pessoas, por dia, nos blocos de rua da cidade.[3] Em 1995, o Guinness Book declarou o Galo da Madrugada, da cidade do Recife, como o maior bloco de carnaval do mundo.[4]

 

ORIGEM DO CARNAVAL

Carnaval é uma festa que se originou na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C..

Através dessa festa os gregos realizavam seus cultos em agradecimento aos deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

Passou a ser uma comemoração adotada pela Igreja Católica em 590 d.C.

OBS.O carnaval já existia antes de Cristo, contudo, a forma de comemoração era diferente e sofreu mudanças ao decorrer do tempo. De qualquer forma, já vemos que a sua origem é pagã pois era uma festa dedicada aos deuses para fertilidade do solo e produção.

O NOME CARNAVAL

A festa carnavalesca surgiu a partir da implantação, no século XI, da Semana Santa pela Igreja Católica, antecedida por quarenta dias de jejum, a Quaresma. Esse longo período de privações acabaria por incentivar a reunião de diversas festividades nos dias que antecediam a Quarta-feira de Cinzas, o primeiro dia da Quaresma.

O fato de estar se aproximando um longo período de jejum e abstinência, motivava o povo a dar vazão a todos os prazeres da carne aproveitando essa oportunidade.

A palavra “carnaval” está, desse modo, relacionada com a idéia de deleite dos prazeres da carne marcado pela expressão latina “carnis valles”, que, acabou por formar a palavra “carnaval”, sendo que “carnis” em latim significa carne e “valles” significa prazeres.

ARROS ALEGÓRICOS

Começaram no início do século XX. No nordeste fazem desfile com bonecos gigantes. Cada localidade utiliza prática próprias.

REI MOMO E SUA ORIGEM

Tudo indica que essa figura carnavalesca tenha sido inspirada em um personagem da Antiguidade clássica. Na mitologia grega, Momo era o deus do sarcasmo e do delírio. Usando um gorro com guizos e segurando em uma mão uma máscara e na outra uma boneca, ele vivia rindo e debochando dos outros deuses. Com esse jeitão irreverente, aprontou tantas que acabou expulso do Olimpo, a morada dos deuses. Ainda antes da era cristã, gregos e romanos incorporaram essa figura mitológica a algumas de suas comemorações, principalmente as queenvolviam sexo e bebidaNa Grécia, registros históricos dão conta que os primeiros reis Momos de que se tem notícia desfilavam em festas de orgia por volta dos séculos 5 ou 4 a.C. Geralmente, o escolhido era alguém gordinho e extrovertido – provavelmente vem daí a inspiração para a folia brasileira. Já nas bacanais romanas, os participantes selecionavam um Rei Momo entre os soldados mais belos do exército.

“Esse ‘monarca’ era o governante de um período de liberdade total e desfrutava de todas as regalias durante a festa, como comidas, bebidas e mulheres“, diz o historiador Hiram Araújo, diretor cultural da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa). No Brasil, a tradição de eleger um Rei Momo durante o Carnaval apareceu primeiro no Rio de Janeiro, em 1933. Naquele ano, a coroa foi entregue ao jornalista Morais Cardoso, que ocupou o trono até morrer, em 1948. A novidade fez sucesso e hoje várias cidades brasileiras também escolhem seu Momo. Em 2004, o concurso carioca trouxe uma novidade: para não estimular a obesidade, o prefeito liberou a exigência de peso mínimo para os candidatos ao posto. Tanto que o vencedor da eleição, um carioca, tem apenas 85 quilos. “O concurso agora privilegia outros critérios, como a capacidade de comunicação do candidato, sua irreverência e uma pitada de samba no pé”, afirma Hiram.

No seu reinado, o Rei Momo recebe a chave da cidade, que simbolicamente governa durante o Carnaval. Para ajudar na tarefa, o monarca carioca recebe um salário bem gordinho, de 9 mil reais.

Carnaval de Veneza, Itália.

O carnaval da Antiguidade era marcado por grandes festas, onde se comia, bebia e participava de alegres celebrações e busca incessante dos prazeres.

Mateus 24:38  Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,

Lucas 17:28  Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam.

O Carnaval prolongava-se por sete dias na ruas, praças e casas da Antiga Roma, de 17 a 23 de dezembro. Todas as actividades e negócios eram suspensos neste período, os escravos ganhavam liberdade temporária para fazer o que em quisessem e as restrições morais eram relaxadas.

As pessoas trocavam presentes, um rei era eleito por brincadeira e comandava o cortejo pelas ruas (Saturnalicius princeps) e as tradicionais fitas de lã que amarravam aos pés da estátua do deus Saturno eram retiradas, como se a cidade o convidasse para participar da folia.

No período do Renascimento as festas que aconteciam nos dias de carnaval incorporaram os baile de máscaras, com suas ricas fantasias e os carros alegóricos. Ao caráter de festa popular e desorganizada juntaram-se outros tipos de comemoração e progressivamente a festa foi tomando o formato atual.

 

QUARESMA

Tempo da Quaresma (CATOLICISMO)

A quaresma é o Tempo de preparação para a festa da Páscoa. E tem seu início na quarta-feira de cinzas e seu término ocorre na Quinta-Feira Santa pela manhã, antes da missa da Ceia do Senhor. Porém, grande parte dos católicos mantém suas penitências ou promessas até a Sexta-feira santa, cujo o dia já é voltado para penitência e orações.

Os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual ( depois das orgias). Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal. O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais.A quaresma vai a até a páscoa quando o Senhor ressuscita.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d. C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

O CARNAVAL E A BÍBLIA

IDOLATRIA NA ORIGEM

Considerando a origem do carnaval, na Grécia entre 600 a 520 a.C.,vemos que tem a idolatria como base visto que se iniciou como uma festa para cultuar e agradecer os deuses pela fertilidade do solo e pela produção.

Idolatria é sem dúvida um dos pecados mais hediondos que encontramos mencionados na bíblia.

Êxodo 20:3  Não terás outros deuses diante de mim.

Deus compara a idolatria com o adultério. Assim como alguém abandona um conjuge para se unir a outra pessoa de forma ilegítima, o idólatra abandona o Deus verdadeiro para se unir a um deus falso.

Jeremias 3:1  Eles dizem: Se um homem despedir sua mulher, e ela se ausentar dele e se ajuntar a outro homem,porventura, tornará mais a ela? Não se poluiria de todo aquela terra? Ora, tu te maculaste com muitos amantes; mas, ainda assim, torna para mim, diz o SENHOR.

SEMELHANÇA COM A CORRUPÇÃO ANTIDILUVIANA

Observando as características das festividades nos dias de hoje tais como:

Orgias, danças eróticas, exposição de mulheres nuas, bebidas, músicas profanas, abominação ao que é sagrado, brigas, violências, promiscuidade e coisas semelhantes, pode-se comparar ao que a bíblia se refere aos dias antidiluvianos que gerou o juízo de Deus com o dilúvio.

Mateus 24:38  Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca,

Lucas 17:28  Como também da mesma maneira aconteceu nos dias de Ló: comiam, bebiam, compravam, vendiam, plantavam e edificavam.

 

SEMELHANÇA COM SODOMA E GOMORRA

Pelas mesmas razões expostas acima, a festa carnavalesca se assemelha à corrupção verificada nas cidades de Sodoma e Gomorra destruidas por Deus.

Gênesis 18:20  Disse mais o SENHOR: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito,

Gênesis 19:24  Então, o SENHOR fez chover enxofre e fogo, do SENHOR desde os céus, sobre Sodoma e Gomorra.

Gênesis 19:28  E olhou para Sodoma e Gomorra e para toda a terra da campina; e viu, e eis que a fumaça da terra subia, como a fumaça duma fornalha.

ABOMINAÇÃO

Certa vez tive o desprazer de acidentalmente ver pela televisão um desfile de um carro alegórico simulando o Jardim do Éden descrito na bíblia.

Um homem e uma mulher semi-nús representavam Adão e Eva. Ao fundo, uma cabeça moldada de um homem idoso em grande proporção estava representando a pessoa de Deus. ……SEM COMENTÁRIOS.

O RASTRO DO CARNAVAL

Ao término das festividades o que encontramos como rastro das festividades:

Mortes, prisões, embriagados jogados nas ruas, propagação da AIDs.

Oseias.4:1 – Ouvi a palavra do SENHOR, vós, filhos de Israel, porque o SENHOR tem uma contenda com os habitantes da terra, porque não há verdade, nem benignidade, nem conhecimento de Deus na terra. 2  Só prevalecem o perjurar, e o mentir, e o matar, e o furtar, e o adulterar, e há homicídios sobre homicídios. 3  Por isso, a terra se lamentará, e qualquer que morar nela desfalecerá com os animais do campo e com as aves do céu; e até os peixes do mar serão tirados.

O CARNAVAL E O CRENTE

Qual é o comportamento do crente diante das festividades do carnaval?

Com toda certeza existem três classificações de crentes diante do carnaval.

Não queremos ser juízes de ninguém, mas essa classificação está diretamente relacionada com a nossa comunhão e a nossa fidelidade a Deus.

Como uma gangorra, que sobe e desce, em um momento ela está em cima, próximo a Deus e longe do chão como representando o inferno. Em outro momento ela está em baixo, próximo ao inferno e longe de Deus.

É impossível estar em cima e em baixo ao mesmo tempo.

a) Há aquele que abomina intregralmente essa festividade. Esta gangorra está totalmente no alto.

b) Há aquele que aprecia o carnaval e até dá a sua escapadinha para participar. Esta gangorra está no chão. Não adianta estar na igreja no domingo seguinte sem que haja arrependimento e mudança de vida.

c) Finalmente há aquele que é indiferente, fica em cima do muro, não participa diretamente das festividades do carnaval, mas dá a sua espiadinha e se agrada. Esta gangorra está no meio do caminho, mas para estes, Jesus tem o seu recado:

Apocalipse 3:16  Assim, porque és morno e não és frio nem quente, vomitar-te-ei da minha boca.

 

O CARNAVAL E A TELEVISÃO

Salmos 101:3  Não porei coisa má diante dos meus olhos; aborreço as ações daqueles que se desviam; nada seme pegará.

Ligar a televisão para assistir um desfile carnavalesco é o mesmo que estar presente naquele desfile. Naquele momento imagine o diabo diante de Deus acusando e dizendo:

“Olhe aquele que se diz ser seu filho e seu servo, ele está se deliciando com a minha festa. Ele se agrada com o que eu faço. Ele é meu”

Salmo 1:

1  Bem-aventurado o varão que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.

2  Antes, tem o seu prazer na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite.

3  Pois será como a árvore plantada junto a ribeiros de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cujas folhas não caem, e tudo quanto fizer prosperará.

4  Não são assim os ímpios; mas são como a moinha que o vento espalha.

5  Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos.

6  Porque o SENHOR conhece o caminho dos justos; mas o caminho dos ímpios perecerá.

Por: Mestre Walter Ponci
IBMdaF – Igreja Batista Ministerial da Família

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